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Conheça 4 ferramentas de planejamento estratégico para o seu empreendimento

(Se você está sem tempo para ler, você pode ouvir o nosso post. É só apertar o play!)

O planejamento estratégico estabelece o modelo pelo qual a organização perseguirá os seus objetivos gerais. É o momento de definir prioridades, em termos de alocação de recursos, construção de vantagens competitivas e gerenciamento de riscos.

Nesse sentido, fornecerá os critérios para avaliar o restante da empresa, dando aos líderes mais condições de detectar falhas nos processos internos, entender as necessidades de qualificação e alinhar objetivos individuais, setoriais e gerais.

Sendo assim, o plano estratégico é um marco. No entanto, não há apenas uma forma de colocá-lo em prática e, ao longo do tempo, foram desenvolvidas diferentes práticas. Continue a leitura para conhecer as 4 principais ferramentas de planejamento estratégico!

1. Análise SWOT

Essa primeira ferramenta auxilia gestores e empreendedores a entenderem o quadro geral do negócio. Para realizar a análise, avalie quatro pontos:

  • Strengths (forças) — pontos positivos ou vantagens competitivas internas;
  • Weaknesses (fraquezas) — pontos negativos ou desvantagens competitivas internas;
  • Opportunities (oportunidades) — elementos externos que podem ser aproveitados pela empresa;
  • Threats (ameaças) — elementos externos que podem apresentar riscos para empresa.

Posteriormente, é preciso pensar em como usar as forças, reduzir as fraquezas, beneficiar-se das oportunidades e lidar com as ameças. Assim, você terá critérios para promover mudanças em políticas, processos, treinamentos, entre outros.

2. Modelo CANVAS

O Business Model Canvas tem um foco um pouco diferente da ferramenta anterior, uma vez que o objetivo é entender os pilares da estratégia de negócios. Para isso, o planejamento se volta para nove pontos:

  • proposta de valor — qual é o benefício gerado pela sua oferta;
  • segmentos de mercado — a que nicho ou grupo de pessoas a proposta de valor atende;
  • canais — em que locais é possível veicular a oferta para chegar até o público-alvo;
  • relacionamento — como atrair e fidelizar os clientes;
  • fontes de receitas — de que modo é possível capturar recursos em troca da oferta de valor;
  • atividades — que ações são essenciais para tocar o negócio;
  • recursos-chave — quais são os bens e valores necessários para tocar o negócio;
  • parcerias — quem pode contribuir com o negócio, como fornecedores, estabelecimentos parceiros, franqueados e assim por diante;
  • estrutura de custos — quantidade e qualidade das despesas envolvidas.

O modelo Canvas pode ser disposto em uma tabela para melhorar a visualização de todos os componentes do planejamento estratégico.

3. Cinco forças competitivas de Porter

A análise criada por Michael Porter mede o grau de acirramento da competição em um segmento. Segundo o trabalho do professor da Harvard Business School, cinco fatores demonstram a competitividade:

  • rivalidade entre os concorrentes — grau de disputa existente no mercado, se há muitos competidores, estratégias agressivas, dificuldades de saída etc.
  • ameaça de novos entrantes — possibilidade de ingresso de novos agentes econômicos e barreiras de entrada;
  • facilidade de substituição — possibilidade de outras propostas de valor atenderem à mesma necessidade;
  • poder de negociação dos clientes — as alternativas e possibilidades dos clientes;
  • poder de negociação dos fornecedores — a margem para os fornecedores colocarem condições.

A ideia é que, quanto mais elevados forem esses 5 fatores, maior será a dificuldade do ambiente de negócios da empresa. É algo que pode ser usado também com a análise SWOT para retirar dúvidas sobre o cenário diante da empresa.

4. Software de planejamento estratégico

Por fim, o emprego da tecnologia de planejamento estratégico é muito importante. A vantagem é que as questões apresentadas não serão respondidas com base em palpites, mas em dados coletados sobre a empresa.

Um bom software mapeia as necessidades da organização e exibe as informações para os gestores de maneira eficiente. No Scoreplan, por exemplo, isso é feito com o auxílio de dashbords, que permitem acompanhar todas as etapas, como o planejamento e a implementação da estratégia.

Também é importante buscar uma consultoria empresarial com especialistas nas soluções escolhidas. Afinal, sem a devida orientação, sempre há o risco de subutilização tecnológica, ou seja, de os recursos serem pouco aproveitados ou deixados de lado.

Sendo assim, você conseguirá extrair o máximo das ferramentas de planejamento estratégico, embasando avaliações, planos e decisões em dados. Logo, pode ser o caminho para melhorias importantes no modelo de negócios.

Para conhecer os serviços de consultoria, acesse nossa página de contato e fale com a gente!

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